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La Belle de Jour

Marcela Nobre Cruz,
A Bela das Tardes,
em plena crise dos 20 anos,
estudante de Jornalismo,
aspirante a escritora,
colunista, blogueira,
Julieta, pedestre,
apaixonada, sonhadora e capricorniana.

La Belle de Jour é o lugar
onde uma garota descobriu que
sua alma podia ser tão linda
quanto todas as tardes.




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BRASIL, Sudeste, ARACATUBA, Mulher, de 20 a 25 anos, Livros, Informática e Internet, Música

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07/06/2008

Balões

 

Dia desses o logo do google era uma homenagem ao primeiro vôo de balão, como
mostra a imagem acima.
Bem, já a imagem abaixo, mostra um fato recente... morri de rir... coisa do Guilherme
do blog Caixa Preta.


Escrito por La Belle às 13h08
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30/05/2008

Pérolas que valem pérolas

A Internet é um universo que vem crescendo cada vez mais rápido nos tempos atuais. Em um espaço tão amplo quanto esse, algumas pessoas usam as ferramentas disponíveis de uma maneira produtiva. Pelo menos para seus próprios fins financeiros e para entretenimento geral. Esse é o caso do araçatubense Igor Pucci, 24, formado em Ciências da Computação e pós-graduando em Economia. Igor descobriu no site de relacionamentos Orkut, uma excelente fonte de lucro.

Após encontrar em alguns sites fotos retiradas de Orkuts de terceiros e com falhas evidenciadas, Pucci decidiu criar uma página para disponibilizar conteúdo do tipo.  Com o sucesso rápido e crescente, foi precisa uma migração de servidor, para que fosse suportada a quantidade de acessos que o site recebia.


 

Dessa maneira, o processo para tornar sua idéia em fonte de rendimento foi rápido. Com o grande tráfego de visitantes que a página recebe, Igor gera sua renda, dedicando apenas duas horas de seu dia para a atualização do site. O www.perolasdoorkut.com conta com anúncios variados, que rendem quantias a cada clique recebido. Em relação a rentabilidade, Igor afirma ganhar mais que um programador que atue em capitais, o que seria em média quatro mil e quinhentos reais. Somada aos demais retornos financeiros que recebe com os trabalhos on-line, estima-se que o lucro do criador do Pérolas do Orkut aproxime-se de dez mil reais mensais.


 

As famosas Pérolas contam também com um blog, o www.perolasdoorkut.blogspot.com e ambas as páginas são atualizadas todos os dias da semana, com pelo menos 4 imagens.  

Igor tem outros trabalhos na rede, como seu próprio servidor de hospedagem, uma página especializada em frases e pessamentos, o www.webfrases.com, além de dois sites que fornecem gifs animados para scrapbooks, os famosos álbuns de recados do Orkut, o www.webrecados.com e o www.mov.com.br .

Pucci explica que recebe em média cem e-mails por dia com dicas de pérolas enviadas por internautas, mas destas, das quais são válidas para uso nas páginas aproximadamente 4 fotos, “Existe muita coisa forçada, fotos combinadas que o pessoal envia para brincar, mas de tanto fazer isso acabei adquirindo uma espécie de “olho clínico”, aprendi a diferencias as sacanagens das verdadeiras pérolas”, conta.


 

Para contatos, Igor conta com vários e-mails, o envieperolas@gmail.com que é destinado a quem quer dar dicas e sugestões a serem publicadas nos sites, o anuncieperolas@gmail.com para contatos com anunciantes interessados em espaços disponíveis para publicidade e o perolasdoorkutblog@hotmail.com para reclamações, elogios, sugestões e pedidos para retirar fotos.


 

Igor esclarece que nunca enfrentou problemas com a justiça, e sempre que recebe um pedido de retirada de algum conteúdo das páginas, ele o faz sem questionamentos.

Quando questionado sobre seu site ser anti-cultural demais, Pucci argumenta que quem faz o site é o próprio usuário. “O internauta é quem tira as fotos e paga os micos, o internauta manda a sugestão da pérola, o internauta entra no site e lê e o próprio internauta critica”, cita. Pucci afirma também que as classes mais desfavorecidas são as maiores usuárias da rede de relacionamentos, e que para ele isso também é válido, já que mesmo acessando apenas sites de relacionamento e programas de mensagens instantâneas, os acessos já são formas de inclusão digital para estas classes.

São aproximadamente três mil comentários recebidos por dia, somando blog e sites, e Igor conta com três ajudantes voluntários, que são responsáveis por moderar esses comentários.


 

No ar desde julho de 2007, o Pérolas do Orkut tem em média trinta mil acessos diários. Pucci é um caso que ilustra a ascensão dentro do meio on-line; com algum conhecimento das ferramentas da web conseguiu transformas a internet em sua fonte de renda. Na era digital, essa é uma prática que tende a crescer cada vez mais, e ocupar espaço próprio no mercado.


Escrito por La Belle às 10h36
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24/05/2008

Como Matar uma Barata

Uma das coisas mais nojentas de ser feita é matar baratas.

Porém, há um método eficaz, inodoro e que não causa nojo.

Primeiro vamos precisar de:

1) Um pouco de sal;
2) Uma tampa de garrafa;
3) Um pouco de cachaça;
4) Um palito;
5) Uma pedrinha.

O esquema é montado da seguinte maneira:

1) coloque o sal no caminho das baratas;
2) ponha a tampa de garrafa ao lado do sal:
3) encha a tampa de garrafa com cachaça;
4) ponha o palito próximo à tampa de garrafa e perpendicular à direção axial da tampa;
5) ponha a pedrinha atrás do palito.

O processo é simples.

A barata verá o sal e comerá pensando que é açúcar.
- Vai sentir sede e então tomará a cachaça pensando que é água.
- Vai ficar bêbada e tropeçará no palito.
- Por fim, baterá a cabeça na pedra e morrerá de traumatismo craniano...


 


Escrito por La Belle às 21h57
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20/05/2008

Arte Camuflada

Porque isso aqui, me encantou! *-*

E é só uma amostra do que você pode ver aqui.


Escrito por La Belle às 15h07
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12/05/2008

Infelicidade

Infelicidade:
Nascer com talento melódico numa época
em que o pessoal só se interessa por percussão.

 

Millôr Fernandes


Escrito por La Belle às 16h42
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09/05/2008

Humor Negro

                       Casal vai adotar garota orfã...


Escrito por La Belle às 10h43
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29/04/2008

Extinção da raça (?)

Acho esse comercial do Greenpeace o máximo.
É uma bancada de telejornal, estilo Jornal Nacional, mas me lembra muito mais aqueles telejornais da TV a cabo.
Os dinossauros têm toda uma compostura, os efeitos são muito bem feitos e a coisa é bem pensada.
Mas o que mais me chama a atenção é o final do vídeo, quando a âncora diz que é pra cuidarmos da nossa espécie, pra daqui há alguns anos não ter alguma outra espécie botando a culpa da extinção da raça em um meteoro.... ou seja, toma besta!!! Pra bom entendedor, meia palavra, basta!
Vejam o comercial, que 'jornalismo' bem feito, que idéia bacana e que apelo maneiro do Greenpeace.


Escrito por La Belle às 20h03
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24/04/2008

A perigo

planos de vôo
tava tudo em cima: céu de brigadeiro sobre nós
pane... pânico
perdemos a altura... puxaram o tapete voador
hoje estamos a perigo
hoje estamos separados, divididos
mas um dia, um dia, nós seremos a maioria

pane...! que pena!
panos quentes
fica tudo como está; no mesmo lugar... impunemente
hoje estamos a perigo
hoje estamos separados, divididos
mas um dia, um dia, nós seremos a maioria

eu sigo em frente, pra frente eu vou
eu sigo em frente, pra frente eu vou
eu sigo em frente, pra frente eu vou
eu sigo enfrentando a onda
onde muita gente naufragou

nós seremos a maioria
seremos a maioria

 

(H.G.)


Escrito por La Belle às 16h29
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22/04/2008

Na minha opinião...

É. Sou apenas um projeto de estudante de Jornalismo e já me acho muito entendida das coisas. Não sei nada de nada da vida, mas quando acontece alguma coisa eu já me acho a mais sabida de todas e meto logo a minha opinião. Mas ando tão noiada ultimamente, que os dois maiores casos da mídia recente não me despertaram nenhum tipo de reação.

Eu assisti à notícia da morte de Isabella Nardoni 54278293 vezes desde o ocorrido, e, enquanto minha avó dizia que o mundo estava perdido, meu pai via mil e uma provas de que o pai havia matado a menina, minha mãe se desesperava com o horror do mundo, eu não esbocei nenhum tipo de reação. Não disse em nenhum momento que, na minha opinião, a madrasta havia agredido a menina sem a intenção de matar junto com o pai dela, mas quando viram o que tinham feito, ela e o marido fizeram toda a armação pra aparentar que outra pessoa havia assassinado a menina. Não comentei com ninguém que, pra mim, Anna Carolina Jatobá tem cara de louca psicopata e Alexandre Nardoni tem cara de ser daqueles brutos grosseiros que não mede o peso das coisas que faz. E apesar de eu olhar todo dia o Orkut da Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, ler todas as notícias sobre o assunto e ver os milhões de vídeos em homenagem à menina, eu nunca disse uma palavra sequer sobre o assunto.

A mesma coisa aconteceu quando eu soube que Roberto CabrinI havia sido preso depois de ser autuado em flagrante por tráfico de drogas e porte de entorpecentes, na última terça-feira (15). Eu não me manifestei, não disse que, na minha opinião, Cabrini estava fazendo uma reportagem especial sobre tráfico, e estava infiltrado no meio dos traficantes. Depois até surgiu essa hipótese, e junto com ela as controvérsias de que qualquer jornalista acusado agora poderia dar a desculpa de estar fazendo reportagem especial. Bom, mas isso é a opinião de certas pessoas, a minha eu já disse, ninguém tira da minha cabeça que Roberto Cabrini é um profissional competente, que não precisa de drogas pra se auto-afirmar, e estava mesmo fazendo uma reportagem especial.
No fim das contas, eu resolvi expressar minha opinião sobre tudo. E isso inclui eu ter aderido à campanha Free Cabrini, que já está se multiplicando pela Web e ganhou até
comunidade no Orkut.

E por que tudo isso? Bem, porque eu estou tentando me formar em jornalismo, eu preciso ter opinião, e, mais do que isso, eu preciso ter cara pra mostrá-la. Eu andei meio insegura porque toda vez que eu digo o que eu penso, vem algum sem graça e comenta um dos meus 120452 blogs enchendo meu saco. Aí fiquei tímida, evitei falar de assuntos polêmicos. Mas agora caiu a minha ficha. Em dois anos, vou estar formada (se deus quiser!) e vou estar trabalhando com isso em algum canto do mundo, e não vai ser a rispidez do Joãozinho ou do Zézinho que comentam no meu blog que vão pagar o meu salário. Então chega. De agora em diante, eu falo o que eu quiser. E você, bem, você pense o que quiser, porque na minha opinião, o que vale é a liberdade. De expressão, de pensamento e de poder fazer uma matéria investigativa sem ser preso e ter sua imagem perante a sociedade destruída por isso. Desde que se respeite a liberdade do próximo e não atire a sua própria filha pela janela, acho que a liberdade deve ser válida sim, na minha opinião.

 


Escrito por La Belle às 14h41
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18/04/2008

A paixão pelo ofício

Confesso que já há vários dias esse pensamento de que ser repórter é estado de espírito e ser jornalista é profissão vem me martelando a cabeça. Outros assuntos – como o dinheiro que acaba no meio do mês , a morte da menina Isabella Nardoni e a sem-gracice da campanha eleitoral – vêm à tona todos os dias, mas esse pensamento está sempre à espreita. Ultimamente, muito tem se falado sobre a profissão do jornalista e volta e meia surgem projetos de lei polêmicos que jogam luzes (ou seria o contrário?) sobre o ofício que escolhi. Mas não é esse o assunto principal do texto.

O que eu quero, na verdade, é escrever sobre os descaminhos dessa profissão que, como muitas, vai do céu ao inferno em poucos segundos. Hoje em dia é 'quase' comum pessoas invejarem jornalistas por sua proximidade com artistas e poderosos de toda sorte, no entanto as mesmas pessoas são capazes de lhes jogar pedras por exporem a vida de famosos e de outros 'nem tanto', as chamadas celebridades instantâneas. Esse é apenas um ângulo do jornalismo, responsável por picos de vendas de revistas de fofoca ou o ibope de programas sensacionalistas de rádio e TV. Nada contra, afinal, the show must go on... Em outras palavras, é preciso dar carne aos leões, incentivar o circo de futilidades e horrores que desde Roma Antiga fascina homens e mulheres. Ou seja, não há celebridade que não queria aparecer, então tá na chuva, é pra se molhar.

Todo mundo sabe que o jornalista pode ter múltiplas funções – editor, redator, diagramador –, que vão ganhando novos nomes ou sendo substituídas à medida em que a tecnologia avança. Dia desses, pasmem, li na internet que um site de notícias nos Estados Unidos chegou à conclusão de que um computador faz melhor e mais rápido o trabalho de um jornalista. A notícia (deve ter sido escrita por um computador) não dava muitos detalhes sobre como a coisa funciona. Porém, por mais eficientes que sejam os computadores, por enquanto, ainda são ferramentas, e nada substitui a sensibilidade e o faro de um bom repórter. Pelo menos é no que eu quero acreditar, e se algum jornalista filho da mãe vier discordar de mim, eu mato, e ainda mando um computador redigir a notícia.

Eu costumo dizer que o repórter é antes de tudo um cara curioso, até chato. Detalhista, insistente, pentelho mesmo. Não pode desistir diante de um rosto fechado, uma secretária mais realista que o próprio chefe, um segurança carrancudo, um telefone que insiste em dar sinal de ocupado. Precisa ser persuasivo, obstinado, apaixonado. Pronto! Chegamos ao ponto crucial: impossível ser repórter sem gostar do que faz, sem ter vontade de fuçar aquele assunto mais e mais, de checar uma informação nova, buscar o contraponto, atiçar a polêmica. Repórter que é repórter não teme passar do horário, não rejeita pauta. Parece até que o chefe de reportagem tem um faro especial para adivinhar o dia daquela consulta que você levou um mês para conseguir marcar...

Lamentavelmente não sinto nos alunos de Jornalismo de hoje a paixão pela reportagem. Percebi no convívio de dois anos com universitários que a maioria está mais preocupada em sobreviver e tem como sonho de consumo um bom emprego numa assessoria de imprensa. Como repórter/jornalista conheço bons e maus assessores e eu mesma já fui assessora. Conheço, portanto, os dois lados da moeda.

A assessoria de imprensa começou a se disseminar no Brasil na época da ditadura. Era coisa de jornalista velho e/ou acomodado, gente que tinha medo de ir para a rua e cobrir passeata de estudante, de ver o pau comendo ou preferia que tudo continuasse como estava. Meu sonho, na adolescência, era ter coragem para ser correspondente de guerra no exterior. Bobagem de quem ainda não sabia das guerras travadas por aqui mesmo.

Nada tenho contra o assessor. O que me incomoda é ver estagiário de assessoria (como eu mesma fui) metido à última bolahcha do pacote, a 'eu posso tudo, eu sei tudo, eu faço isso há 2 anos'. O que me incomoda é constatar que a maioria dos jovens profissionais está se consolidando como assessor sem experiência suficiente (às vezes, nenhuma) como repórter. E o pior, eles nem se dão conta disso!

Em geral, o assessor faz uma matéria de mão única. Caso contrário, vai levar um puxão de orelha do seu assessorado. "Você está dando tiro no próprio pé", disse-me uma vez um deles. Ninguém gosta de ser notícia graças a suas facetas menos positivas. O assessor pode até estar cheio de boa vontade, mas com o tempo vai se habituando ao discurso ufanista em que o "que poderá ser" vira manchete como coisa pronta e acabada.

Diante disso, onde fica a paixão de reportar, contar o que viu, o que sentiu, botar vida na matéria? Que coisa mais fora de moda... Hoje em dia procura-se ir o mínimo possível para a rua, isso toma tempo, gasta dinheiro da empresa. Para que existe telefone, internet? Ctrl+c, ctrl+v é a nova roupagem da velha gilette press. Nada se cria, tudo se copia. Até esse texto, pode acreditar.

As pessoas estão deixando de ler jornal, reclamam. As pessoas não têm tempo, nem saco para ler, sobretudo matérias longas. Ok, você venceu. Mas quem vai descrever, narrar a vida cotidiana para os que vierem depois? Os escritores? Os colunistas? Os blogueiros? Talvez seja isso mesmo e esteja em curso uma revolução na comunicação de massa da qual ainda não nos demos conta. O verdadeiro repórter não está nos bancos das escolas de comunicação. Na faculdade obtém-se apenas mais um diploma, que vai garantir melhores salários quando se conseguir passar num bom concurso público. O repórter de boa cepa está em seu apartamento filmando armações de traficantes e viciados como a velhinha que ganhou mais que 15 minutos de fama e uma senhora dor de cabeça no Rio de Janeiro. Os verdadeiros jornalistas somos nós, os aspirantes a escritores, os blogueiros, que ainda temos paixão pelo que fazemos, que nos dedicamos, damos a cara pra bater, e deixamos registrado todas as nossas opiniõe,s sentimentos e a nossa interpretação do que vemos acontecer. Eu sou uma apaixonada, sempre fui. Tenho aqui os meus problemas com a faculdade (que, como diria Antonio Prata, não pode destruir o meu talento haha), tenho duvidas quanto ao meu talento e à minha vontade às vezes, mas nunca quanto a minha paixão.

Concluo que ser jornalista é uma profissão nobre, ou não, como qualquer outra, dependendo do uso que se faz dela, da ética de cada um. Ser repórter é estado de espírito, é pedreira, é escolher o caminho mais difícil pelo simples prazer da aventura.

 

Martha Baptista, adaptado por yo


Escrito por La Belle às 00h38
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16/04/2008

Mudando de assunto...

Eu e meu amigo, "recém-morando-sozinho-saído-da-barra-da-saia-da-mamãe"
fazendo uma comprona no super-mercado:

-Espera, vou pegar uma vassoura.
- Mas pra quê se a gente veio de carro?

¬¬


Escrito por La Belle às 23h34
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11/04/2008

O início da blogosfera

REVISTA PORCÃO - ABRIL DE 2008

COLUNA BLOGS

 

 

E Jorn Barger criou o blog...

 

Por Marcela Nobre Cruz

 

 

 

Eu adoro blogs. Desde que descobri essa maravilha do mundo virtual, não quis saber de outra coisa. Escrever em meu blog é um hobby, e mais: escrever sobre essa arte é quase como uma terapia. Poder falar sobre esse oásis da tecnologia para um público ligado em novidades é sensacional.

 

Oásis, porque você entrar em uma página e ver como um blogueiro pode surpreender é quase como achar água no deserto... Uma sensação incrível. E, tudo bem, os blogs já nem são tão novidade assim, mas as ferramentas que surgem todos os dias e as idéias em profusão dos blogueiros compõem uma atmosfera que se renova constantemente.

 

Como blogueira, fiquei empolgada com a novidade de poder escrever sobre isso na PORCÃO, revista de gente interessante e interessada.

 

A primeira coisa a dizer sobre blogs é pura matemática. Vocês sabiam que existem 70 milhões de blogs pelo mundo? Pois é, minha gente, 70 milhões é blog pra caramba! E como será que começou essa história toda? A boa e velha Mah aqui vai contar para vocês.

 

Em 1983-84, teve início a extinta Usenet, a avó da Internet. Ela não era de âmbito mundial, como a nossa Internet hoje. Algum tempo depois, já se utilizava uma estrutura de posts, principalmente para solucionar dúvidas dos usuários, em um tipo de faq (que funciona como um “pergunta e resposta”, pra dúvidas internas).

 

A coisa começou a ganhar força em 1994, quando um grupo maior de pessoas passou a utilizar essa ferramenta como diários digitais, para mostrar o andamento de alguma coisa ou mesmo de suas vidas.

 

Assim foi acontecendo a evolução, até que, em 1997, um tal de Jorn Barger - um cara que tinha a cabeça lá na frente - utilizou a Internet para criar o primeiro blog do mundo, o Robot Wisdom Weblog (http://www.robotwisdom.com/). O mais bacana nesse blog é que ele é mantido intacto, até o layout (estrutura de fundo) é o mesmo de quando o blog foi criado.

 

Jorn utilizou a tecnologia para criar o que ele chamou de Weblog (we, que em português significa nós, e log, que é um termo comum da Informática, e funciona como o diário de um programa, descrevendo suas execuções). O termo Weblog acabou sendo abreviado e virando blog. Em 1999, a febre do blog explodiu. Foi então que surgiu o primeiro servidor especializado, o Blogger, que se encarregou de popularizar os blogs.

 

Esta blogueira que vos escreve não demorou a entrar na onda. Em 2000, descobri essa arte quando freqüentava as aulas de Informática. Permaneci seis anos freqüentando as aulas, e, claro, me divertindo no “La Belle de Jour’s” meu primeiro blog, que tinha até nome de um filme francês antigo que eu adorava (eu cometi o sacrilégio de deletá-lo há pouco mais de dois anos). Na época, poucas pessoas tinham blog no Brasil. Hoje, sou apenas mais uma entre os milhares de brasileiros blogueiros.

 

O Blogger foi comprado em 2003 pelo Google. Eu entrei para a faculdade de Jornalismo em 2006. Passados nove meses, eu já estava parindo outro filho. No dia 19 de setembro de 2006, nascia o Infinito Particular. Hoje, eu dedico pelo menos uma hora do meu dia a ele, faço postagens, respondo os comentários que recebo, procuro aprender mais sobre HTML ou qualquer outra coisa que me ajude a melhorá-lo.

 

Ter um blog é isso, é buscar melhorias. Existem vários servidores especializados em blogs hoje em dia, assim como há  centenas de ferramentas que podem ser utilizadas em prol de um blog mais bacana, e, melhor do que isso, existem dicas básicas de como fazer e lidar com um blog, mas isso é assunto pro nosso próximo papo cibernético.

 

 

 

Marcela Nobre Cruz é editora do blog Infinito Particular:  http://contapramarcela.blogspot.com


Escrito por La Belle às 15h59
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09/04/2008

O maravilhoso mundo da tecnologia

É a tecnologia é mesmo excelente, só não sei se a minha mãe ficaria contente se meu pai (dentista) tivesse uma modernidade dessas...


Escrito por La Belle às 14h34
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07/04/2008

Meu blog profícuo e meu ego gigante

Depois de ter feito uma singela homenagem ao cinqüentenário do Cazuza sexta-feira no Infinito Particular,
eu passei o final de semana na nostalgia gostosa, escutando a "profícua" obra do artista.
Sim. No domingo, o Faustão, com a sua mania de querer "super adjetivar" a tudo, segundo o blogueiro do
Estadão
Tutty Vasques, disse que o adjetivo usado pelo apresentador teria entristecido Cazuza onde quer que ele
estivesse comemorando seu aniversário.

Pra começo de conversa, eu odeio gente metida a engraçadinha. O cara quis tirar uma com o Cazuza, e eu fiquei puta com isso.
É óbvio que gente morta não se entristece e muito menos comemora aniversário... e eu odeio quem desrespeita a memória
dos mortos. O mínimo que se deve é respeito a memória de uma pessoa que nem está mais aqui.


Em segundo lugar, ele quis dar uma de sabichão (tá, todo mundo gosta disso às vezes, mas há algumas regras que você deve seguir
antes de querer se passar por esperto). Tutty disse que Cazuza se aborreceria com o adjetivo "profícuo" usado por Fausto para denominar
sua obra, como se isso fosse algo pejorativo e o Faustão fosse um burro que não sabe o que diz... tá, eu concordo que o Faustão é um burro, mas às vezes ele dá uma dentro, po! Então me diga, desde quando "profícuo" é uma palavra ruim??? Segundo o Aurélio (meu melhor amigo, ele nunca sai da minha bolsa), Profícuo é referente a algo útil, vantajoso, eficiente; que tem perfeito conhecimento, competente, capaz.

Ou seja... antes de criticar alguém, faça uma auto-avaliação. Eu mesma parei pra pensar em quantas vezes eu escrevi intensão, acessoria, e apostos nos meus blogs. Ninguém é perfeito e está livre de cometer erros, mas eu nunca, nunca deixei de buscar saber o certo e de me desculpar pelos meus erros.
Uma pesquisa rápida sobre o tema também pode ajudar muito. Você não pode querer criticar a atitude de um político se você nem sabe se o que ele está dizendo é mesmo errado.


Se o Tutty tivesse dado uma olhadinha básica no Aurélio antes de criticar a proficiência de alguma coisa, ele não teria dado essa gafe.
Todo mundo paga bafão, eu sou rainha nisso, mas o meu dever aqui como blogueira é meter a boca, ou melhor, os dedos no mundo...
E mais, quando a gente erra, o certo é procurar se redimir. Espero que amanhã um belo post de desculpas esteja lá no blog do Tutty.
Alertado sobre a gafe, ele foi. Resta saber se ele se redime dos próprios erros...


Escrito por La Belle às 15h58
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05/04/2008

Mesmo que mude

Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Para conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que 
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou


Escrito por La Belle às 08h56
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